RELATÓRIO I
Como forma de refletir sobre a prática e registrar o que aprendemos com os estudos e reflexões tecidas com as atividades da Unidade 9 (Gêneros Textuais), relatar-se neste a oficina realizada com os alunos da 5ª série “E” da Escola Antônio Padilha, cujo objetivo foi identificar as características que levam à classificação de um gênero textual.
Para tanto, carta foi o gênero escolhido para que os alunos desenvolvessem as habilidades propostas na oficina.
A oficina foi iniciada, solicitando-se que os alunos reunissem-se em grupos de três cartas trazidas pela professora, cujos assuntos das mesmas estavam ocultos, ou seja, apenas continham: local, data, saudação inicial e final, destinatário e remetente.
A partir deste material, os alunos tiveram que lançar mãos de seus conhecimentos prévios e identificar a que gênero pertencia os textos entregues a eles, bem como chegaram a tal conclusão.
Após registrarem suas hipóteses partimos par uma discussão coletiva, através da qual os grupos explanaram suas conclusões, dizendo que os textos eram cartas, bilhetes, avisos, e-mail e convite. Partindo disso, os alunos foram questionados sobre as semelhanças e diferenças entre os textos. À medida que foram respondendo, estavam na verdade identificando algumas das características de uma carta.
Num segundo momento, os educandos receberam separadamente os assuntos que compunham cada carta. Como desafio, tiveram que ler cada um e localizar a que carta pertencia, justificando suas escolhas. Foi um dos momentos mais produtivos, uma vez que foram desafiados a refletir sobre a relação estabelecida entre remetente, destinatário e assunto. Assim foi discutido com os alunos que as cartas possuem assuntos diferentes. Logo lhes foram explicado sobre carta pessoal e comercial, pedindo-lhes que as classificassem e identificassem a finalidade de cada uma.
Num terceiro momento, analisou-se coletivamente a linguagem utilizada em cada carta e esclareceu-se a diferença entre linguagem formal e informal, bem como a relação existente entre a carta pessoal e a comercial.
Finalizamos a oficina que aconteceu durante seis aulas, revisando a estrutura e tipo de cartas, linguagem e finalidade do assunto, propondo a produção coletiva de uma, que a princípio teria como assunto o início das aulas. Porém, com a entrada da diretora da escola à sala de aula, trazendo um aviso oral aos alunos para que fosse repassado aos pais, resolveu-se utilizar-se deste para transformá-lo em uma carta comercial, utilizando para isso uma linguagem mais formal.
Foi um momento surpreendente, pois ficou evidente a compreensão e apreensão dos alunos quanto aos elementos, linguagem e estrutura que deveriam ser empregados na construção de uma carta. Além disso, foi um momento oportuno para refletirmos sobre a ortografia das palavras, a pontuação do texto, emprego adequado da letra maiúscula, coerência e coesão das informações, problemas estes diagnosticados nas produções de textos dos alunos neste início de ano.
Os pontos positivos acima listados foram muitos. E o ponto negativo ou dificuldade encontrada foi com os alunos não alfabetizados, que ainda lêem silabando ou pausadamente e sem compreensão, não conseguindo consequentemente permear pelas reflexões com a mesma facilidade que os outros alunos. Isto ficou evidente durante os trabalhos em grupo, nos quais os alunos “não – alfabetizados” apenas copiavam os registros de hipóteses de seus colegas. Para tanto, deu-se mais atenção e auxílio aos mesmos, para que aos poucos compreendam o que lêem, criem iniciativa, motivação e segurança em registrar suas idéias.
Como forma de refletir sobre a prática e registrar o que aprendemos com os estudos e reflexões tecidas com as atividades da Unidade 9 (Gêneros Textuais), relatar-se neste a oficina realizada com os alunos da 5ª série “E” da Escola Antônio Padilha, cujo objetivo foi identificar as características que levam à classificação de um gênero textual.
Para tanto, carta foi o gênero escolhido para que os alunos desenvolvessem as habilidades propostas na oficina.
A oficina foi iniciada, solicitando-se que os alunos reunissem-se em grupos de três cartas trazidas pela professora, cujos assuntos das mesmas estavam ocultos, ou seja, apenas continham: local, data, saudação inicial e final, destinatário e remetente.
A partir deste material, os alunos tiveram que lançar mãos de seus conhecimentos prévios e identificar a que gênero pertencia os textos entregues a eles, bem como chegaram a tal conclusão.
Após registrarem suas hipóteses partimos par uma discussão coletiva, através da qual os grupos explanaram suas conclusões, dizendo que os textos eram cartas, bilhetes, avisos, e-mail e convite. Partindo disso, os alunos foram questionados sobre as semelhanças e diferenças entre os textos. À medida que foram respondendo, estavam na verdade identificando algumas das características de uma carta.
Num segundo momento, os educandos receberam separadamente os assuntos que compunham cada carta. Como desafio, tiveram que ler cada um e localizar a que carta pertencia, justificando suas escolhas. Foi um dos momentos mais produtivos, uma vez que foram desafiados a refletir sobre a relação estabelecida entre remetente, destinatário e assunto. Assim foi discutido com os alunos que as cartas possuem assuntos diferentes. Logo lhes foram explicado sobre carta pessoal e comercial, pedindo-lhes que as classificassem e identificassem a finalidade de cada uma.
Num terceiro momento, analisou-se coletivamente a linguagem utilizada em cada carta e esclareceu-se a diferença entre linguagem formal e informal, bem como a relação existente entre a carta pessoal e a comercial.
Finalizamos a oficina que aconteceu durante seis aulas, revisando a estrutura e tipo de cartas, linguagem e finalidade do assunto, propondo a produção coletiva de uma, que a princípio teria como assunto o início das aulas. Porém, com a entrada da diretora da escola à sala de aula, trazendo um aviso oral aos alunos para que fosse repassado aos pais, resolveu-se utilizar-se deste para transformá-lo em uma carta comercial, utilizando para isso uma linguagem mais formal.
Foi um momento surpreendente, pois ficou evidente a compreensão e apreensão dos alunos quanto aos elementos, linguagem e estrutura que deveriam ser empregados na construção de uma carta. Além disso, foi um momento oportuno para refletirmos sobre a ortografia das palavras, a pontuação do texto, emprego adequado da letra maiúscula, coerência e coesão das informações, problemas estes diagnosticados nas produções de textos dos alunos neste início de ano.
Os pontos positivos acima listados foram muitos. E o ponto negativo ou dificuldade encontrada foi com os alunos não alfabetizados, que ainda lêem silabando ou pausadamente e sem compreensão, não conseguindo consequentemente permear pelas reflexões com a mesma facilidade que os outros alunos. Isto ficou evidente durante os trabalhos em grupo, nos quais os alunos “não – alfabetizados” apenas copiavam os registros de hipóteses de seus colegas. Para tanto, deu-se mais atenção e auxílio aos mesmos, para que aos poucos compreendam o que lêem, criem iniciativa, motivação e segurança em registrar suas idéias.
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PRODUÇÃO DE TEXTO COLETIVA
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Petrolina, 20 de março de 2009.
Senhores pais e responsáveis,
Queremos comunicar que haverá uma reunião para os pais na Escola Antônio Padilha, dia 23/03/09 às 17:00 horas para entrega dos kit’s escolares dos seus filhos.
Queremos também avisar que a partir de segunda-feira (23/03/09) as aulas iniciarão às 13:00 horas para repor as aulas de fevereiro (reforma).
Atenciosamente,
Equipe Gestora
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Petrolina, 20 de março de 2009.
Senhores pais e responsáveis,
Queremos comunicar que haverá uma reunião para os pais na Escola Antônio Padilha, dia 23/03/09 às 17:00 horas para entrega dos kit’s escolares dos seus filhos.
Queremos também avisar que a partir de segunda-feira (23/03/09) as aulas iniciarão às 13:00 horas para repor as aulas de fevereiro (reforma).
Atenciosamente,
Equipe Gestora
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